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FIEMA 17/05/2017 - 09:04hs

FIEMA inicia novo ciclo do Procompi para micro e pequenas empresas da construção

Por um ano, beneficiados receberão consultoria nas áreas financeira e de pessoal, com foco em competitividade. Interessados devem procurar a FIEMA até o dia 31 de maio.

Coordenadoria de Comunicação e Eventos/FIEMA

Veruska Oliveira/COCEV/FIEMA
Imagem ampliada José Orlando Soares Leite Filho, vice-presidente da FIEMA, fez o lançamento da 5ª edição do Procompi para empresários maranhenses

SÃO LUÍS – Micro e pequenos empresários industriais do setor da construção civil, ligados à Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), estiveram na manhã dessa terça-feira, 16, na Casa da Indústria Albano Franco, para conhecerem a 5ª edição do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi). A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) para aumentar a competitividade das micro e pequenas indústrias.

O vice-presidente da FIEMA, José Orlando Soares Leite Filho, representou o presidente Edilson Baldez na apresentação do Procompi em São Luís, que deve atender um total de 30 empresas, com o apoio do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado do Maranhão (Sinduscon-MA). “Quero parabenizar as empresas participantes do programa, que vai conferir maior acesso à tecnologia, a inovação e a competitividade ao segmento do nosso estado”, afirmou.

Nesta edição, podem participar até 30 empresas industriais de menor porte do ramo de construção civil, instaladas na região metropolitana de São Luís. As selecionadas receberão consultoria em gestão financeira, de pessoas e de processos pelo período de um ano. O objetivo é fortalecer e desenvolver as micro e pequenas indústrias maranhenses, dando a elas condições para competir no mercado.

Para o diretor Imobiliário do Sinduscon-MA, Wladimir Albuquerque, o programa é um incentivo a mais ao segmento. “Essa parte financeira e de pessoal precisa ser bem organizada pelos empresários, não basta apenas ter o dinheiro para que o

Veruska Oliveira/COCEV/FIEMA
Imagem ampliada Empresários da construção civil receberão consultoria financeira e de pessoal pelo programa da FIEMA

negócio funcione bem. Vamos continuar trabalhando e fazendo parcerias para que as empresas maranhenses cresçam e para que diminua o número de construtoras que fecham suas portas todos os dias”, afirmou.

Para Flávio Campos, que atua no ramo da construção há 30 anos no Maranhão, o programa vai ajudar muito quem está começando agora. “É muito interessante, porque na nossa época, não havia benefícios desse tipo, o empresário tinha que sair ‘batendo cabeça’ e aprendendo no dia a dia. Hoje, vejo como uma facilidade muito grande para conquistar mercados e para quem está iniciando sua empresa, contar com esse apoio”.

Quem deve aderir ao programa é o empresário David Col Debello, que avaliou a importância da consultoria para o fortalecimento das empresas maranhenses. “O nosso empresário da construção é muito mais técnico. A gestão financeira e de pessoal são áreas que ele ainda precisa desenvolver melhor e são fundamentais para a empresa”.

Os interessados podem procurar a FIEMA até o dia 31 de maio para realizar sua adesão ao programa. Mais informações pelo telefone (98) 3212-1890.

Veruska Oliveira/COCEV/FIEMA
Imagem ampliada O Procompi é desenvolvido pela FIEMA, com apoio da CNI e Sebrae.

PRODUTIVIDADE - Desde que foi iniciado pela FIEMA no Maranhão, o Procompi já atendeu mais de 200 empresas de diversos setores industriais como vestuário, químico, gráfico, cerâmico e de reparação automotiva.

Lançado pela CNI e pelo Sebrae em 1998, o Procompi foi renovado nos anos 2000, 2006 e 2010. Chega à quinta edição no novo convênio firmado entre as instituições, em 2016. Serão investidos R$ 23,9 milhões para atender a 1,8 mil empresas. No último ciclo, realizado entre 2010 e 2015, o Procompi investiu cerca de R$ 30 milhões e beneficiou 2.298 empresas, de 17 setores. As regiões Norte e Nordeste desenvolveram mais da metade dos projetos. As participantes tiveram um aumento médio de 29% em produtividade, contra um crescimento geral da produtividade da indústria de apenas 1% no mesmo período. Além disso, mais de 60% das indústrias atendidas pelo programa implementaram ações de inovação e 23% tiveram redução nos custos de produção.

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