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Cursos e consultorias preparam empresas para a retomada econômica


Data: 1 de outubro de 2021
Crédito: Coordenadoria de Comunicação e Eventos do Sistema FIEMA
Fotos: COCEV-FIEMA
Fonte da notícia:IEL

São Luís – O mundo parou em 2020. De lá para cá mudanças essenciais ocorreram em todos os setores de negócios, nas relações sociais e no modo de trabalhar, sendo uma série de ferramentas tradicionais do dia a dia, ofuscados pela pandemia, que teve um efeito implacável na economia mundial e brasileira. Após a segunda onda do Covid-19, parece que as pessoas aprenderam, moderadamente, a lidar com o vírus, apesar dos índices de contágios e mortes nessa fase ter mantido lugar de destaque na mídia, quando o impacto na economia foi muito menor que o esperado, segundo o economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca. “Nesse cenário, há uma melhora no equilíbrio macroeconômico e na confiança dos investidores, com quedas significativas das taxas de câmbio e inflação, permitindo que o Banco Central reduza a intensidade do aumento da taxa Selic”, avalia, Renato.

Além da evidente mudança de comportamentos, o Covid-19 também provocou grandes inovações tecnológicas e oportunidades de negócios. Dizem que do caos surgem a transformação e as soluções criativas. Essas mudanças advindas da caótica pandemia já são observadas no dia a dia das empresas. Um dos maiores problemas que as companhias tentam resolver está no uso das ferramentas digitais com clientes e funcionários sem perder o contato pessoal, aumento da automação e proteção dos negócios contra interferências, marketing e vendas digitais, e onboarding (processo para integrar o novo colaborador à empresa) e treinamento de funcionários remotamente.

Especialistas, a todo o momento, avaliam que, apesar do pessimismo ocasionado pela pandemia, quanto ao crescimento da economia brasileira, ela vem reagindo, as expectativas prosseguem em alta e investir na formação de quem trabalha é o principal fator de sucesso das empresas modernas.

O Instituro Euvaldo Lodi, entidade do Sistema FIEMA, figura nesse cenário de desafios há 51 anos no Maranhão, como um suporte para o mundo corporativo que se mostra cada vez mais competitivo. A coordenadora regional do IEL/MA, Michele Frota, confirma que as empresas tentam, a todo momento, elaborar estratégias para reter talentos e manter seus profissionais engajados. “Uma alternativa que sintetiza essa realidade é o treinamento e capacitação de funcionários que tem sido mais solicitado ao IEL nesse período de flexibilização das normas sanitárias na pandemia”, ressalta Michele.

Segundo a experiência do IEL em trabalhar com capacitação executiva empresarial, o valor de uma empresa consiste em suas propostas para os clientes, e estas propostas dependem de funcionários bem qualificados. Sim, a tecnologia está alterando a forma como o consumidor e a indústria interagem e, a partir disso, a própria dinâmica da economia. No 1º semestre o IEL computou a média de 40% de cursos InCompany realizados. Diante desse cenário, a expectativa é que aconteça um crescimento significativo na procura por capacitação entre as empresas maranhenses.

A supervisora de logística, Winny Lima e a supervisora interna de vendas, Laura Moura da Distribuidora ROFE, sentiram que as equipes de trabalho que lideram precisavam de mais conhecimento para atuarem tanto no atendimento ao cliente, quanto nas vendas durante a crise pandêmica. “Precisávamos de um cronograma de aulas remotas que nos atendesse em todas as necessidades, inclusive com aulas aos domingos, porque o meu time trabalha aos sábados. Tivemos aula até mesmo no dia das Mães e aprimoramos o nosso desempenho. Certamente não encontraria quem conseguisse me atender dessa maneira tão exclusiva quanto o IEL”, destaca Winny.

Laura Moura que é supervisora interna de vendas da Distribuidora ROFE, conta que precisou nivelar os novos colaboradores no instante em que o comércio fechava as portas. A necessidade ia além, melhorar o atendimento e estimular as vendas. “Foi um desafio realizar o onboarding e segurar o ritmo de vendas em pleno auge da pandemia. O que nos ajudou a superar com mais conhecimento, foram as orientações do IEL na capacitação, sem dúvidas”, considera Laura.

O MUNDO MAIS TECNOLÓGICO - O treinamento empresarial é um valor capital para um mercado de trabalho em metamorfose, mais complexo e em sucessivo crescimento. “Na atual sociedade do conhecimento e da informação, os serviços de treinamento e capacitação da pessoa precisa transpassar toda e qualquer atividade humana”, destaca Michele Frota.

O setor industrial é um dos mais afetados pela falta de mão de obra qualificada. Na condição do Brasil com milhões de desempregados, metade das fábricas revelam dificuldades para encontrar mão de obra qualificada. Os dados integram um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgado em junho deste ano.

Nesse contexto pandêmico, muitas empresas têm buscado na capacitação profissional um meio para estimular suas qualidades produtivas e, assim, alcançarem destaque dentro do seu setor de atuação.

A relação das pessoas com as empresas está sendo afetada profundamente pelas tecnologias digitais. Preocupada em seguir as tendências de gestão de dados do mercado e facilitar a rotina de trabalho, a gestão de pessoas da Cervejaria Equatorial, Bárbara Sodré, procurou capacitar a sua equipe no curso de Power BI do IEL. A ferramenta consiste numa coleção de serviços de software, aplicativos e conectores que trabalham juntos para transformar suas fontes de dados não relacionadas em informações coerentes, visualmente envolventes e interativas.

“O curso de Power Bi está em alta no mercado e facilita bastante a rotina durante a análise de dados. Antes era muito mais trabalhoso ter apenas o Excel como ferramenta porque dispendia mais tempo. Agora temos o benefício de focar mais na resolução dos problemas”, afirma Bárbara.

O surgimento de experiências inéditas para os clientes está obrigando a indústria a inovar, descobrir novas oportunidades e gerar mais eficiência. Para especialistas, não há um padrão receita para recomendar a todas as empresas. Elemento desse método é cada empresa descobrir como ela é afetada, requalificar trabalhadores e gestores, abraçar tecnologias já disponíveis e investir em capacitação, desenvolvimento e inovação.

“O horizonte de crescimento econômico e de oportunidades nesse semestre aponta para que empresários, tenham a clareza sobre o quanto o cenário pós pandemia está transformando os negócios”, conclui o presidente da FIEMA, Edilson Baldez.

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