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Fiema apresenta diagnóstico à empresários ceramistas


Data: 23 de julho de 2013
Crédito: Ascom/Fiema

São Luís - Técnicos da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema) apresentaram aos empresários das indústrias de cerâmica do Maranhão o diagnóstico “Perfil das cerâmicas sindicalizadas”, durante uma reunião na Casa da Indústria Albano Franco, sede da Fiema.

O estudo foi feito sob encomenda do Sindicato das Indústrias de Cerâmica Vermelha do Maranhão (Sindicerma). Foram pesquisadas 25 cerâmicas nos polos ceramistas de Rosário, Itapecuru Mirim e Timon.

“O levantamento servirá para nortear a gestão do Sindicerma no sentido de tornar as empresas maranhenses de cerâmica mais competitivas e dar condições para que possamos buscar novos mercados e melhorar o nosso processo produtivo”, afirmou o presidente do Sindicerma, Benedito Mendes.

De acordo com o relatório do diagnóstico, a maior parte das empresas do segmento, foram criadas a partir de 1997, possuem entre 7 e 49 funcionários e que as empresas ceramistas trabalham com um portfólio que tem oito produtos – tijolo de seis furos, tijolo de oito furos, tijolo de quatro furos, telha canal, telha colonial, lajota, tijolo maciço e bloco cerâmico.

O principal produto cerâmico maranhense é o tijolo de seis furos, fabricado por 84% das cerâmicas pesquisadas e que, juntas, as 25 empresas de cerâmicas que participaram do levantamento podem produzir cerca de 2,1 mil milheiros de tijolos por mês, apesar da produção média mensal ficar em 624 milheiros de tijolos.   

O estudo também revelou que os empresários do setor precisam de maiores investimentos em maquinário e tecnologia, que usam energia elétrica e que utilizam a queima de eucalipto com fontes de energia para o processo produtivo e que o alto custo do eucalipto e a logística de distribuição de energia elétrica, além da burocracia na obtenção de documentação necessária para extração de argila, principal matéria-prima do segmento, são apontados como os principais entraves para o segmento.

“Agora que sabemos onde precisamos de assessoria e de apoio, vamos buscar dentro do Sistema Fiema (formado pelo Serviço Social da Indústria, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, Instituto Euvaldo Lodi e a própria Fiema) soluções que possam ajudar os ceramistas a dinamizar os seus negócios”, finalizou o presidente do Sindicerma.

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