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Produção industrial maranhense mantém tendência de alta, diz pesquisa da Fiema


Data: 7 de outubro de 2013
Crédito: Ascom/Fiema

São Luís - O resultado da Sondagem Industrial do Maranhão, pesquisa mensal realizada pela Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), mostrou que a produção das empresas industriais do estado mantém a tendência de crescimento registrada nos últimos dois meses. Em agosto, o indicador ficou 1,5 ponto acima do resultado do mês anterior e marcou 53,6 pontos.

Com este resultado, o indicador ficou muito próximo ao patamar verificado para o Brasil – 52,7 pontos – e para o Nordeste, que ficou em 53,9 pontos. Isso demonstra que o Maranhão está segundo a tendência de recuperação observada em todos os níveis pesquisados.

No entanto, o indicador em 53,6 pontos para a indústria maranhense também demonstra que está menos aquecida do que em outros anos, uma vez que a média para o mês de agosto dos últimos quatro anos, período em que o indicador passou a ser aferidoo pela Fiema, é 5,9 pontos superior aos 53,6 pontos registrados no mesmo mês este ano.

Capacidade

Outro indicador que consta na pesquisa é a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) que em agosto ficou em 73%, um ponto percentual abaixo do registrado no mês anterior. Entretanto, na comparação a agosto de 2012, a UCI é inferior em oito pontos percentuais.

A UCI foi puxada para baixo por causa da queda no indicador entre as empresas industriais de médio e grande porte, onde a UCI caiu quatro pontos percentuais, ficando em 74%.

A boa notícia vem das pequenas empresas industriais onde se pode verificar que a UCI aumentou de 67% para 71% em agosto, o que demonstra que a recuperação foi puxada pelas indústrias menores deste segmento.

Esta situação se reflete no otimismo dos pequenos industriais que projetam aumento de demanda, das exportações, maior contratação de empregados e ampliação da compra de matéria prima, com os indicadores ficando em 64,3 pontos; 62,5 pontos; 63,5 pontos e 59,8 pontos respectivamente.

Já as médias e grandes indústrias são mais cautelosas: elas projetam um cenário mais próximo da estabilidade tanto para aquisição de matéria prima (50 pontos) quanto na contratação de empregados (50 pontos) e alta mais moderada para a demanda (54,2 pontos) em relação a expectativa dos pequenos empresários industriais.

Porém, em relação às exportações as médias e grandes indústrias estão pessimistas, como indica o resultado de 25 pontos, bem abaixo dos 50 pontos que, na metodologia usada na pesquisa, indicaria estabilidade. 

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