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Produção industrial maranhense aponta queda em maio


Data: 4 de julho de 2014
Crédito: Ascom/Fiema

 São Luís - A Sondagem Industrial do Maranhão de maio mostrou que a produção da indústria de extração e transformação maranhense caiu em relação ao mês anterior. O índice repetiu o resultado registrado em abril e ficou em 42,9 pontos.

A queda na produção ocorreu em todos os portes da empresa – pequenas, médias e grandes - no entanto, a retração do indicador foi mais acentuada nas empresas de médio e grande portes, onde o resultado foi 40,8 pontos.

O resultado da Sondagem Industrial do Maranhão de maio não foi suficiente para trazer a atividade para o patamar que indica crescimento da produção: pela metodologia usada na pesquisa, resultados acima dos 50 pontos indica alta na produção e baixo indica queda.

O levantamento mostra que o Maranhão seguiu a tendência nacional que também apresentou queda no período: no Brasil, o índice foi de 48,4 pontos, enquanto na região Nordeste, o indicador ficou de 49,9 pontos, que, apesar de estar ligeiramente abaixo dos 50 pontos, é considerado estabilidade.

A Sondagem Industrial do Maranhão é uma das três pesquisas qualitativas que a Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema) realiza mensalmente junto aos empresários de vários segmentos da indústria maranhense.

CAPACIDADE
Assim como o mês anterior, a produção de maio não foi suficiente para que a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) se aproximasse do usual. O índice de UCI efetiva-usual caiu de 42,2 para 41,1 pontos.

O nível médio de utilização da capacidade instalada (sazonal) no Maranhão foi de 57%, o que demonstra que houve queda de oito pontos percentuais em relação a abril. Para a região Nordeste foi de 70% e no Brasil de 71%.

A pesquisa também mostrou que os estoques de produtos finais, sobretudo das médias e grandes empresas registraram excesso em maio, ao marcar 53,3 pontos. O índice de estoque efetivo-planejado aumentou em relação a abril, passando de 39,2 pontos para 46,9 pontos.

As expectativas dos empresários para os próximos seis meses reduziram, porém seguem acima dos 50 pontos. Expectativas de evolução das compras de matérias-primas, da demanda e exportação recuaram, mas permanecem positivas. Já as expectativas em relação aos empregados mostraram-se menos otimistas, uma vez que o índice caiu de 54,6 pontos em maio para 49,5 pontos em junho.

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