São Luís – O nível de atividade da Construção Civil se manteve em baixa em janeiro de 2015, indicando 33,6 pontos. A tendência de queda foi revelada pela Sondagem da Indústria da Construção do Maranhão, pesquisa elaborada mensalmente pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA).
De acordo com o estudo, o resultado deu-se pela leve redução do nível de atividade das médias e grandes empresas, que caiu 0,4 pontos, marcando 33,8 pontos. Em contrapartida, as pequenas empresas apresentaram aumento de 1,5 ponto, permanecendo com 32,1 pontos. O indicador varia de 0 a 100. Abaixo de 50 indica queda na atividade, 50, estabilidade, e acima de 50, aumento.
Em relação ao número de empregados, o indicador demonstrou uma pequena redução, comparando com o mês anterior, ocasionada pela queda do índice das médias e grandes empresas, cujo registro ficou em 32,5 pontos, e também pelo leve acréscimo no índice das pequenas empresas, que fechou em 39,3 pontos.
Na esfera regional, a pesquisa apontou que o nível de atividade nordestino continua em queda, registrando 36,6 pontos, enquanto no âmbito nacional o indicador do Brasil se mantém em baixa, marcando 36,9 pontos.
Já a utilização da capacidade operacional do Maranhão caiu 9% em janeiro, assinalando 52%. O índice nordestino acompanhou a tendência de queda chegando a 60%, assim como o brasileiro, que fechou em 60%.
O índice referente aos novos empreendimentos caiu para 49,1 pontos, mas ainda apresentando estabilidade. Já o que se relaciona ao número de empregados marcou 46,1 pontos.
Segundo o estudo, esses números, no geral, começam a caracterizar pessimismo para os próximos seis meses no setor da construção civil.
A Sondagem da Construção Civil do Maranhão é elaborada mensalmente pela FIEMA em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Participaram empresas construtoras de edifícios, empresas de serviços e de obras de infraestrutura, que foram pesquisadas no período de 2 a 12 de fevereiro de 2015.