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Maranhão tem potencial para exportar alimentos e móveis para a Liga Árabe


Data: 11 de junho de 2015
Crédito: Coordenadoria de Comunicação e Eventos/FIEMA

SÃO LUÍS – As especificidades do mundo árabe, como negociar com eles e como tornar o contato com os países da região uma realidade para os empresários maranhenses foram apresentadas aos participantes do encontro de negócios ‘Maranhão for Business – Liga Árabe’. Promovida pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), a iniciativa visa incentivar o empresariado do Maranhão ao comércio exterior.

Na quarta edição, o encontro teve como convidados o diretor-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, que veio a São Luís, convidado pela FIEMA, para apresentar o mundo árabe aos empresários maranhenses; além dos palestrantes locais: Valeska Trinta, especialista em Comércio Exterior e Pablo Zarthur Rebouças, secretário adjunto de Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura de São Luís.

A abertura foi conduzida pelo diretor da FIEMA, Alexandre Ataíde, que representou o presidente da Federação, Edilson Baldez das Neves, e destacou o protagonismo da ação do Centro Internacional de Negócios da FIEMA para o alcance de novas rotas de mercado para empresas maranhenses. “Os países da Liga Árabe tem um grande poder econômico, estão se desenvolvendo extraordinariamente nas últimas décadas e são potências econômicas que têm interesse em investir no Brasil, e nós temos potencial para comercializar com eles”, ressaltou.

Segundo o diretor-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, em 2014, o Brasil exportou mais de US$

13 bilhões para a Liga Árabe, o que equivale a pouco mais de 4,5% do total de exportações dos países árabes. Desse comércio, o Maranhão colaborou com apenas 0,4%.

Entre os principais produtos exportados do estado para os árabes, em 2014, estão produtos químicos inorgânicos, sementes e frutos oleaginosas e soja. Mais de 80% da pauta de exportação brasileira consiste em combustíveis minerais, adubos e fertilizantes, plásticos e tapetes de algodão.

“Mas há potencial a ser explorado que pode aumentar essa participação do Maranhão nos produtos alimentícios, como castanhas de caju e do Brasil, doces e compotas de frutos tropicais, carnes de boi e de frango,”, afirmou Alaby. Com relação à venda de produtos árabes para o Estado, o diretor-geral sinalizou potencial para azeite de oliva, tâmaras, vinhos, especiarias, algodão, artigos de confecções, autopeças para automóveis, produtos petroquímicos, entre outros. 

INCENTIVOS - Além das oportunidades de negócios que os maranhenses podem realizar com os países árabes, o secretário adjunto de Desenvolvimento Sustentável (Seplan) da Prefeitura de São Luís, Pablo Zarthur Rebouças, fez uma exposição aos convidados sobre os programas que o governo municipal possui para atrair empresas para São Luís, em especial, para o Centro Histórico. “São incentivos fiscais que já existem e que a Prefeitura de São Luís buscou e está colocando à disposição dos investidores que queiram expandir negócios para a nossa cidade, o que pode interessar também aos países árabes”.

Outra palestra foi, ainda, apresentada pela especialista em Comércio Exterior, Valeska Trinta, que comentou a logística do Maranhão, em especial a portuária e listou os diversos programas existentes no país para incentivar as empresas ao comércio exterior.

FOR BUSINESS - Os encontros de negócios do “Maranhão for Business” estreitam as relações de cooperação internacional entre o Maranhão e diversos países do mundo, atraindo investidores estrangeiros, gerando novos negócios no estado e impulsionando o desenvolvimento do Maranhão. O programa possui a chancela da FIEMA, com apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Em 2014, a FIEMA promoveu três edições do Maranhão for Business, sendo realizados nas cidades de São Luis e Imperatriz e oportunizando negócios com representantes de embaixadas, câmaras de comércio, agências de exportação e autoridades portuárias de Moçambique, dos Estados Unidos, Alemanha e Bélgica. Nestas edições, participaram mais de 100 empresas dos ramos de alimentos e bebidas, moveis, madeira e construção.

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