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FIEMA acompanha medidas para atenuar a crise e faz novos pleitos


Data: 2 de abril de 2020
Crédito: Coordenação de Comunicação e Eventos do Sistema FIEMA
Fotos: COCEV FIEMA
Fonte da notícia: FIEMA

SÃO LUÍS – A Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) acompanha a execução de algumas medidas adotadas pelo Governo Estadual voltadas para o enfrentamento e atenuação dos efeitos da crise econômica decorrente da pandemia da Covid-19 que foram sugeridas pela entidade, como a prorrogação por 90 dias das certidões negativas de débitos expedidos pela Secretaria de Fazenda, a suspensão dos prazos e do acesso aos autos físicos dos processos administrativos TARF por 15 (quinze) dias, inclusive para impugnação de auto de infração, impugnação de notificação de lançamento, contestação de termo de verificação, contestação de intimações fiscais eletrônicos, além da prorrogação do pagamento do IPVA.

O presidente da FIEMA, Edilson Baldez, avalia que as dificuldades para produzir, geradas pela falta de insumos e pela falta de liquidez, com a queda nas vendas, poderão levar diversas empresas eficientes à falência – o que, certamente, aumentará as consequências sociais negativas da crise.

“Neste momento difícil, agradecemos o empenho do governo federal e estadual que vem estudando a adoção de algumas medidas que possam ajudar as indústrias a atravessar esse tempo de turbulência e, principalmente, garantir os empregos que o segmento proporciona à população”, ressaltou Baldez que acompanha de perto esse processo diante das medidas sugeridas pela Federação.

NOVOS PLEITOS - Na última terça (31/03), a FIEMA encaminhou novo ofício ao Governador Flávio Dino requerendo que sejam analisadas novas demandas do setor industrial que poderão amenizar os danos ocasionados às empresas instaladas no Maranhão, principalmente as micro e pequenas empresas, abaladas pela queda drástica na produção e redução das suas receitas.

O documento solicita o comprometimento do governo estadual de cumprir pontualmente com os pagamentos de seus fornecedores de serviços e produtos, atitude que contribuirá sobremaneira para a saúde financeira das empresas; a redução de tributos estaduais incidentes sobre os serviços públicos de energia, água, comunicação, combustíveis e transporte, e priorização pelo governo do Maranhão em todas as compras, tanto na administração direta como indireta, para a aquisição de bens produzidos pela indústria local, principalmente de itens constantes nas cestas básicas, produtos de limpeza e higiene pessoal, entre outros, como forma de minimizar os efeitos da crise.

“A FIEMA, entidade representativa da indústria maranhense, está muito preocupada com o desencadeamento dessa grande crise de saúde que abala a economia. Diante desse cenário vem novamente solicitar ao Governador especial apoio para avaliação de pauta de interesse da indústria maranhense, visando reduzir os impactos gerados pelo atual momento que coloca em risco a continuidade do nosso parque fabril”, destacou o presidente da FIEMA, Edilson Baldez.

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