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Membros da Associação Nordeste Forte debatem com ministro Paulo Guedes


Data: 10 de abril de 2020
Crédito: Coordenação de Comunicação e Eventos do Sistema FIEMA
Fotos: Agência CNI/ FIEMA
Fonte da notícia: FIEMA

BRASÍLIA - Ações de apoio à indústria do Nordeste em meio à crise gerada com a pandemia do COVID-19 que se alastra no país foram tema da reunião, por videoconferência, da Associação Nordeste Forte com o ministro da Economia, Paulo Guedes, realizada na quinta-feira (9/4). O acesso ao crédito desburocratizado foi o principal pleito apresentado pela entidade que é formada pelas nove federações da indústria dos estados da região. Na reunião foi ressaltada a necessidade do crédito chegar às empresas com maior rapidez e menor burocracia para que seja possível superar dificuldades e as indústrias nordestinas possam sobreviver a esse momento de muita dificuldade que emperra o desenvolvimento e causas vários gargalos para a economia nacional. Por isso o presidente da Nordeste Forte, Amaro Sales de Araújo, em nome dos associados da Nordeste Forte solicitou ao ministro Paulo Guedes tratamento diferenciado para a região que gera milhões de empregos e riquezas ao país. O ministro da Economia, Paulo Guedes, apresentou aos presidentes e diretores de Federações da Indústria Nordestina o pacote de enfrentamento à crise sanitária e econômica causada pela pandemia, que deve colocar na economia cerca de R$ 800 bilhões, nos próximos três a quatro meses, podendo chegar a R$ 1 trilhão. Guedes respondeu a todos os questionamentos feitos pelos líderes presentes e estabeleceu um canal aberto de diálogo com as federações da região. O presidente da FIEMA, Edilson Baldez pleiteou ao ministro a redução da burocracia para o micro, pequeno e médio produtor ter acesso aos recursos destinados pelo governo. Enfatizou também a necessidade de investimentos em infraestrutura em nosso Estado o que aumenta o custo de produção e da logística dos insumos da indústria. E, finalizou solicitando a necessidade de cooperação entre os entes federativos e o fim da politização entre governos que gera gargalos e insegurança para a distribuição dos recursos destinados ao combate da pandemia e recuperação da economia. “Hoje vivemos praticamente em protocolo de dificuldades. O governo está disposto a ajudar. Então conversar sobre a situação dramática das empresas é muito importante para todos” acentuou Baldez. Entre as demandas encaminhadas pela Associação Nordeste Forte (ANF) estão a solicitação de aplicação de R$ 5 bilhões do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e maior celeridade para as pequenas, médias e grandes empresas; a recomendação aos bancos, para rapidez nas análises de crédito; a criação por meio dos Bancos Federais de linhas de crédito para o pagamento do ICMS; a dinamização de ações do FNE e FINOR; a redução de burocracia por parte do BNDES para as micro, pequenas e média empresas. A reunião foi presidida por Amaro Sales de Araújo (FIERN) e contou com os presidentes das Federações: Ricardo Cavalcante (FIEC), Ricardo Alban (FIEB), Ricardo Essinger (FIEPE), Edilson Baldez (FIEMA), Francisco Gadelha (FIEPB) e o vice-presidente Francisco Reinaldo (FIEPI).

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