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Trabalhadores da Premium I vão ser capacitados pelo Sesi


Data: 31 de agosto de 2011
Crédito: ASCOM

SÃO LUÍS - O Serviço Social da Indústria (Sesi), instituição que compõe o Sistema Fiema, assinou ontem (24), em Bacabeira, contrato com a Petrobras para treinar trabalhadores em atividade na construção da Refinaria Premium I. A capacitação é específica em saúde, meio ambiente e segurança no trabalho e trata do uso correto do equipamento de proteção individual (EPI), noções de segurança no trabalho coletivo e individual, higiene pessoal e no trabalho e outros temas pertinentes à área.

O contrato com o Sesi terá vigência de um ano e a estimativa da Petrobras é de que passem pelo empreendimento cerca de cinco mil trabalhadores somente na etapa de terraplanagem. “Para muitas dessas pessoas essa será a primeira capacitação direcionada às obras de engenharia, por isso optamos pelo Sesi – instituição de reconhecimento nacional – para certifica-los”, assegurou Elton Saturnino Campos de Moura, gerente de Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança (QSMS) da Petrobras.

A superintendente regional do Sesi, Andreia dos Santos Marão, que formalizou o contrato pela instituição, explicou que três técnicos de segurança do trabalho do Sesi foram habilitados pela Petrobras, com conteúdos específicos do empreendimento. Eles treinarão os milhares de profissionais envolvidos na construção da Refinaria, que será uma das cinco maiores do mundo e a maior da América Latina. O trabalho do Sesi, em conjunto com a Petrobras, vai habilitar os profissionais a atuar também em outras etapas da construção.

Participaram ainda da assinatura, os gerentes da Petrobras, Kleber Aragão e Moisés Carvalho, o assessor de Relações com Mercado do Sesi, Emmanuel Vieira Dias, e técnicos das duas instituições.

“Em breve, novas parcerias deverão ser firmadas entre o Sesi e a Petrobras nas áreas de Educação e Esporte, Lazer e Cultura”, antecipou Andreia.

A Refinaria Premium I deverá atender ao crescimento da demanda brasileira por derivados de petróleo e elevar em mais 1,065 milhão de barris/dia a capacidade de refino no país em um período de quatro anos. O Maranhão será responsável pela produção de 600 mil barris/dia, o que corresponde a mais da metade desse total. Estima-se que 26 mil trabalhadores estarão em atividade no pico das obras.

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