Free cookie consent management tool by TermsFeed

Notícias



FIEMA discute geopolítica como fator estratégico


Data: 28 de novembro de 2025
Crédito: Coordenadoria de Comunicação e Eventos do Sistema FIEMA
Fotos: Cocev/São Luís
Fonte da notícia: Coordenadoria de Comunicação e Eventos do Sistema FIEMA

SÃO LUÍS – A Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), por meio do seu Conselho Temático de Desenvolvimento Industrial e Inovação (CODIN), trouxe ao estado uma discussão essencial para o momento atual: “Geopolítica como variável estratégica: protegendo e alavancando negócios na era da incerteza global”. A palestra foi ministrada por Philipe Moura, CRO do Eurasia Group no Brasil, uma das principais consultorias de risco político do mundo.


O presidente do CODIN e vice-presidente executivo da FIEMA, Luiz Fernando Renner, destacou a relevância de aproximar o setor produtivo de serviços especializados capazes de apoiar empresas na leitura de cenários globais e no posicionamento estratégico de suas operações. A FIEMA segue avaliando possibilidades de cooperação institucional que fortaleçam ainda mais o empresariado maranhense.

 

Philipe Moura tem ampla trajetória em estratégia corporativa, inovação, políticas públicas e investimentos. Moura mostrou como conflitos internacionais, guerras tarifárias, volatilidade cambial e quebras nas cadeias globais de suprimento têm alterado profundamente o ambiente de negócios, exigindo que empresas se antecipem a cenários, riscos e oportunidades. Moura defendeu a necessidade de levar análises geopolíticas tanto para grandes quanto para pequenas e médias empresas.

 

O consultor definiu o momento atual como “Era da Incerteza”, marcada por eventos recentes, como pandemia, conflitos como a guerra na Ucrânia, crises energéticas, tensões comerciais e avanços tecnológicos,que alteram rapidamente o ambiente de negócios. Ele usou exemplos práticos (impactos imediatos em empresas após sanções, rupturas nas cadeias de suprimento, dependência de fertilizantes e terras raras e a escassez de infraestrutura para semicondutores/GPUs) para mostrar como choques externos podem destruir valor empresarial em poucos dias.

 

“É importante que as instituições tenham inteligência antecipada e instrumentos de monitoramento que permitam agir antes das decisões regulatórias se cristalizarem. É necessário maior diálogo entre setores técnicos, reguladores e empresas para reduzir surpresas e permitir posicionamento estratégico”, finalizou o consultor da Eurásia Group, propondo parceria com entidades como a FIEMA para difundir análise de risco.

 

Use Ctrl + nº da tecla

Ctrl + 1 (menu) Ctrl + 2 (conteúdo) Ctrl+ 3 (busca) Ctrl + 4 (Rodapé) Ctrl + 5 (mapa) Ctrl + 0 (acessibilidade)



Original

Contraste