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Fiema recebe diretor da CNI e se reúne com executivos e representante do governo


Data: 1 de novembro de 2011
Crédito: ASCOM

 SÃO LUÍS - Os desafios lançados ao setor industrial brasileiro para o século XXI estão exigindo investimentos capazes de manter o País no mesmo patamar das grandes empresas industriais do mundo, especialmente quanto à inovação, competitividade e crescimento. O tema esteve em pauta nos últimos dois dias na Casa da Indústria do Maranhão, quando, a convite do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), Edilson Baldez das Neves, esteve em São Luís, o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi, para dar o tom desse novo direcionamento proposto pela CNI. O foco é o enfrentamento dos obstáculos que se apresentam ao desenvolvimento industrial no Estado e no País e adequação da oferta de serviços das federações, Sesi, Senai e IEL. A discussão é nacional e está na agenda da CNI, que propõe um amplo processo de reestruturação e modernização dos serviços técnicos e tecnológicos oferecidos pelo Sesi, Senai e IEL a fim de atender às exigências previstas para o novo século.

“Elegemos potencializar as discussões em segmentos específicos considerados desafios para o crescimento da indústria do País”, disse Lucchesi. Segundo ele, assim como o Sistema Indústria foi essencial para o País na evolução econômica do século XX, é preciso reforçar a carteira de programas e projetos para contribuir com o crescimento industrial também no século XXI.

Para isso, estão previstos reforços em áreas estratégicas, dentre as quais estão, Educação Profissional, Inovação, Reforço Educacional, Saúde e Segurança do Trabalho, Educação Executiva e Melhoria nos Padrões de Gestão. Elas foram eleitas pela CNI como fundamentais para a mudança de cenário exigida pelo mercado para o novo século. “O País mudou, a economia cresceu, o acirramento da competição internacional também. Estamos em um ciclo de desenvolvimento sustentável para os próximos anos e tudo isso precisa ser levado em consideração”, disse.

Lucchesi afirmou também que a reestruturação passa ainda pela capacidade do Sistema Indústria de atuar em rede, mantendo permanente o diálogo com entidades, organizações e governos federal e estadual.

Para o presidente da Fiema, Edilson Baldez das Neves, o Sistema Fiema vai continuar trabalhando para potencializar o desenvolvimento do setor industrial maranhense através da gestão estratégica de serviços e conhecimentos, alinhados às estratégias da CNI.

Além do presidente da Fiema, a reunião na Casa da Indústria teve a presença do diretor regional do Senai, João Alberto Schalcher, da superintendente regional do Sesi, Andréia Marão, do superintendente de Serviços Compartilhados do Sistema Fiema, Benigno Almeida, e do superintendente regional do IEL e superintendente corporativo do Sistema Fiema, Marco Antônio Moura. Pelo governo estadual, o secretário de Estado de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Sedinc), Maurício Macedo, também foi convidado pela Federação. Macedo expos ao representante da CNI, o ambiente favorável para negócios pelo qual o Maranhão transita atualmente, com a instalação de indústrias na área de Petróleo e Gás, Papel e Celulose, Avicultura, Energia Renovável e outras.

O boom econômico vivido pelo Estado reforçou a vinda de Lucchesi a São Luís, que afirmou que o Maranhão vem recebendo atenção especial da CNI, frente ao bloco de empreendimentos previstos. “Estamos dando relevância aos estados com esse perfil, e o Maranhão tem um potencial de crescimento expressivo que, sem dúvida, vai impactar economicamente a região e o País”, frisou Lucchesi.

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