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Indústria maranhense amplia uso da capacidade instalada em janeiro


Data: 6 de março de 2026
Crédito: Coordenadoria de Comunicação e Eventos
Fotos: Banco de Imagens/Freepik
Fonte da notícia: Coordenadoria de Comunicação e Eventos do Sistema FIEMA

SÃO LUÍS – A indústria do Maranhão iniciou 2026 com avanço significativo na utilização da capacidade instalada, que passou de 60% em dezembro de 2025 para 65% em janeiro deste ano. O dado da Sondagem Industrial, elaborada pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), indica um aquecimento das atividades industriais e aponta para possíveis efeitos positivos sobre o crescimento da produção e a geração de empregos nos próximos meses. O movimento sugere melhora no ritmo operacional, mesmo diante de oscilações em outros indicadores avaliados pela sondagem.

 

Apesar desse avanço, o volume de produção industrial registrou queda de 4,1 pontos na comparação mensal, totalizando 44,7 pontos. O desempenho reflete um resfriamento do ritmo produtivo e contribui para o cenário de cautela observado no setor. O número de empregados também permaneceu em patamar insatisfatório, somando 43,8 pontos, resultado que, segundo a FIEMA, depende de uma retomada consistente da produção para apresentar uma trajetória mais favorável.

 

O nível de estoques mostrou forte retração ao cair 7 pontos, chegando a 45,8 pontos. O indicador permaneceu abaixo do grau de satisfação da sondagem e reforça a volatilidade na gestão de estoques pelas empresas, influenciada diretamente pelas flutuações da demanda por produtos industriais. Essa instabilidade sugere desafios adicionais para o planejamento produtivo das indústrias maranhenses.

 

No campo das expectativas, os empresários apontaram queda de 1,7 ponto na demanda esperada para os próximos meses, que atingiu 53,3 pontos. Já a intenção de compra de matéria-prima apresentou leve alta de 0,7 ponto, alcançando 56,6 pontos. Ambos os indicadores continuam acima do grau de satisfação, sinalizando estabilidade no curto prazo, ainda que moderada pelo recuo no número de empregados, que caiu 7,1 pontos e registrou 45,9 pontos. O conjunto dos dados revela um setor que combina sinais de aquecimento, como a elevação da capacidade instalada, com desafios estruturais associados à produção, ao emprego e à demanda.

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