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Estudo sobre logística para comércio exterior é lançado na Fiema


Data: 31 de janeiro de 2012
Crédito: ASCOM

SÃO LUÍS - Os pesquisadores Leopoldo Nunes e Rogério Parente, do grupo de pesquisa da Astef, lançaram na Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema) um estudo sobre os custos gerados pela logística no comércio exterior do Maranhão – intitulado Impactos dos Custos Logísticos em Setores Selecionados do Comércio Exterior do Maranhão.

A obra é resultado de um ano de levantamentos de dados sobre o comércio exterior e de entrevistas com representantes de mais 30 empresas ligadas á importação e exportação de produtos. O estudo foi feito por amostragem. Os dois pesquisadores analisaram dados do processo de exportação de três produtos – soja, alumínio e ferro gusa – e de importação de um quarto produto – fertilizantes – para entender como estes produtos saem ou chegam ao país pelos portos maranhenses.

“Escolhemos as quatro cadeia mais representativas para o Maranhão.  Para fazermos o estudo medimos tempos e movimentos de todo o processo de transporte das zonas produtoras até o embarque no caso das exportações e do desembarque até a entrega ao cliente, no caso das importações”, explicou Rogério Parente.

O Maranhão é o terceiro estado nordestino a ser pesquisado pelo grupo de pesquisadores e entre as principais conclusões apresentadas na obra é que, em termos percentuais, o Ceará e o Rio Grande do Norte, apresentam o mesmo grau de perdas no processo de comércio exterior.

“No Maranhão o custo extra provocado por entraves ou ineficiências do sistema de comércio exterior no Maranhão levam a perdas equivalentes a 2,7% da corrente de comércio exterior, algo em torno de US$ 95 milhões ao ano ao se extrapolar o resultado para todas as cadeias de comércio exterior que operam no estado. No Ceará as perdas são da ordem de 2% e no Rio Grande do Norte é de 4,2%”, comentou Leopoldo Nunes.

“Isso não quer dizer perda por desembolso de recursos. Boa parte deste dinheiro é equivalente a gastos evitáveis e bastam alguns ajustes em processos como a pesagem das mercadorias exportadas ou importadas para citar apenas um”, completou. 

A obra é resultado de uma parceria entre o Banco do Nordeste e a Fiema e o Maranhão foi o terceiro estado nordestino a ter sua cadeia logística de comércio exterior analisada pelo grupo de pesquisadores.

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