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Movimento Pró-Infraestrutura pede apoio do ministro Lobão pela conclusão de aeroporto


Data: 30 de abril de 2012
Crédito: ASCOM/FIEMA

BRASÍLIA - O empresariado maranhense, que compõe o Movimento Pró-Infraestrutura, conseguiu nesta quarta-feira (25), em Brasília, o apoio do ministro de Minas e Energia da Presidência da República, Edison Lobão, na luta pela conclusão das obras que estão em atraso e pela ampliação do aeroporto de São Luís Marechal Cunha Machado. O ministro confirmou que está empenhado e vai continuar a pressionar a Infraero para que encontre uma solução urgente para o entrave.

O ministro Lobão, que recebeu mais de 20 representantes das principais entidades empresariais do Maranhão na sede do Ministério, parabenizou a iniciativa e confirmou que a presidenta Dilma Rousseff está acompanhando de perto o caso do aeroporto e que tem exigido da Infraero agilidade na obra. Segundo o ministro, o presidente da estatal, Gustavo do Vale, tem recebido inúmeros telefonemas dele, da governadora do Estado, Roseana Sarney, do presidente do Senado Federal, José Sarney, e de toda a bancada maranhense, cobrando a entrega da reforma, o que foi confirmado pelo próprio gestor da estatal, em encontro com os empresários no dia anterior.

“A Fiema tem esse papel de atuar de forma articulada com entidades, poder público e os políticos que nos representam em benefício do setor empresarial e industrial do Maranhão. Independente de questões partidárias, sugerimos um grande movimento para combater os gargalos de infraestrutura que o Estado possui, a exemplo dessa problemática do aeroporto, que tem causado ao setor produtivo, prejuízos incalculáveis”, frisou o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), Edilson Baldez das Neves, ao passar em mãos ao ministro, a cópia do manifesto do Movimento Pró-Infraestrutura, entregue ao presidente da Infraero na terça-feira (26).

Uma das causas do atraso seria a ausência de alguns projetos executivos, documentos que deveriam ser entregues pela Infraero à empreiteira executora da reforma, mas que até hoje não chegaram aos engenheiros que atuam na obra.

O ministro Lobão disse que, infelizmente, os órgãos públicos não tem a mesma velocidade da iniciativa privada, que possui fôlego para fazer uma obra desse porte em um prazo infinitamente menor. “O poder público precisa cumprir uma vasta lista de exigências legais e responder a questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU), da Controladoria Geral da União (CGU), o que nos toma muito tempo. Não podemos fugir disso, mas entendemos o anseio da população, que com toda a razão, quer ver a obra pronta”, ponderou. “É meu papel lutar pelo Maranhão”, completou o ministro.

Além do aeroporto, os empresários pediram a contribuição do ministro quanto à ampliação da BR-135, na articulação de um projeto viário para São Luís, dentre outros entraves que tem afetado o setor produtivo, especialmente, o do turismo no estado.

Participaram os empresários representantes da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo  (Fecomércio); Federação da Agricultura do Estado do Maranhão (Faema); Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); Associação Maranhense de Distribuidores Atacadistas (Amda); Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH);  Associação Brasileira de Agentes de Viagem (Abav); Associação Maranhense de Supemercadistas (Amasp); Associação Comercial do Maranhão (ACM); Câmara de Dirigentes Lojistas de São Luís (CDL-SL); Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares (Sindihorbs); Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon); Sindicato das Empresas de Turismo do Maranhão (Sindetur); Sindicato da Indústria de Construção Pesada (Sincopem); Universidade Federal do Maranhão (Ufma); Giltur, Convention Bureau e Hotel Luzeiros.

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